segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Odeio o trivial


Sempre procurando alguém...
Nenhum estereótipo.
Quero um paradoxo!
Algum pragmático.
Nada de convencionalismo.
Eu odeio! O trivial, o standart.
Alguém que me entenda,
sem racionalismo.
Uma performance...
Uma prova que a vida é arte!
Alguém que chore...
Alguém que saiba meter!
Alguém que saiba enxergar!
Alguém que me descubra...
Que fale a minha língua...
E a devore!



Marisete Zanon – In Um cordão de confissões Book

Um comentário:

  1. Mari, gosto muito desse seu jeito muito particular de escrever.
    Voltei, amiga!
    Estou com um novo espaço deois de quase dois anos afastada dos blogs. Se desejar venha conhecer...

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