como a funda que lança a pedra
meus pés atravessam farpas
num deserto de amor
vertiginoso
onde não conheço o chão
demônios esperam a minha decisão
no inverno precocemente instalado
eles sabem que luz demais cega
e vivo na sombra de um cacto
sou memórias
um quanto de experiências
vis e ilustres
mas ninguém sobrevive
na indecisão, na aflição,
no entremeio da dúvida...
Marisete Zanon

Bom dia Marisete!
ResponderExcluirBelas palavras!
Bom dia! Obrigada pela visita!!!
ExcluirTexto bom! Adorei!
ResponderExcluirUm beijo grande
Muito obrigada Paulo Francisco.
ExcluirOutro pra você!
Texto inspirador, porque expira-a-dor. Parabéns!!
ResponderExcluirLindo poema Marisete..
ResponderExcluirDeixo a você meu carinho .
Beijos,,Evanir.