Não importava, o que
ela gostava era de dançar
limpando a casa ao som
de um folk
que viesse abaixo as
prateleiras dos armários
que tudo se ajeitasse a
sua maneira
de problemas estava
farta
então requebrava
fosse folk, jazz ou
blues
nessas horas tudo era
azul
de vermelho já
bastavam entreveiros
a música penetrando o
corpo
embalando o corpitio...
ah, sim....Mercy, mercy
e na casa tudo ia
ficando limpinho
e o que importava era
transcender...
Marisete Zanon

Que maneira mais prazerosa de se limpar uma casa. Aproveitar e fazer tudo se divertindo, transcendendo. Poucos conseguem isso. Eu gosto de cantar...
ResponderExcluirBeijinhos, Florzinha!!!