Ela imaginava como
seria o homem do outro lado.
Ouvia as suas palavras
imaginava o brilho ou a
opacidade de seus olhos
tentava sentir a maciez
do seu cabelo
tocar seu rosto e
sentir a aspereza da barba por fazer
beijar sua boca de
lábios grandes
seriam macios como
marshmallows?
E seu corpo? Viril ou
franzino?
Com tantas indagações
vagares impossíveis
e impossíveis
possibilidades
decidiu atravessar a
nado
a tela do computador
e morreu afogada.
Marisete Zanon

É preciso achar a linha, o limite, perceber as condições.
ResponderExcluirMas às vezes em busca da satisfação damos um passo maior que as pernas, aí caímos e nos machucamos.
Um passo de cada vez, como diz uma colega minha: "uma maçã por dia".
Beijos
Mais se não tentarmos? Na vida temos que ser ousada. Excelente amiga. Bjus
ResponderExcluirOlá..amiga!!
ResponderExcluirVim abraça-la e dizer que sinto tua falta.
Abraços
sinval
Oi Marisete
ResponderExcluirComo sempre um poema impactante...
Beijos
Ani
Como um bom admirador de textos, fiquei impressionado com seu blog e suas palavras, sempre colocadas de forma impressionante.
ResponderExcluirhttp://jonathanejonathan.blogspot.com.br/
Beijo
Caio
Sempre buscando nunca estacionando.
ResponderExcluir"vagares impossíveis
ResponderExcluire impossíveis possibilidades" ...
O mar alto da internet não é tão calmo quanto aparenta.
Muito bem!
ResponderExcluirÓtima publicação.
Gostei de passar por aqui novamente.
Tenha um bom fim de semana.
Abraço.
http://umraiodeluzefezseluz.blogspot.com
oantmasantos2@gmail.com