O silência resignado é bem pior que o de livre vontade... Belo poema, ainda que demasiado silencioso... rsrs... Marisete, querida amiga, tem um bom resto de domingo e uma boa semana. Beijo.
Ah, minha querida Marisete, que saudades de você e dos teus lindos poemas! Obrigado pelos parabéns, fico feliz que tenha se lembrado de mim e me caçado pela blogosfera. Como vê não mudou muita coisa por lá: o mesmo cavaleiro errante a declarar suas mesmíssimas guerras vãs... Mas falando de você: que surpresa boa essa tua, hein! Fiquei feliz mesmo... Sabe, passei dias a fio tentando entender o porquê do sumiço repentino da senhora e seu Confissionarium. Mas agora tudo explicado: foi um mal necessário.
- Meus parabéns, poetisa! Espero poder ter logo em mãos esse teu novíssimo - e, certamente, delicioso - livro!
O silência resignado é bem pior que o de livre vontade...
ResponderExcluirBelo poema, ainda que demasiado silencioso... rsrs...
Marisete, querida amiga, tem um bom resto de domingo e uma boa semana.
Beijo.
Ao menos sabes de forma construístes o teu silêncio. Eu só sei os motivos.
ResponderExcluirBonito texto.
Fica assim, desejo-te um lindo domingo.
A contrução do silêncio é por vezes dolorosa, mas sempre bela quando transformada em versos.
ResponderExcluirPerfeito, como sempre, Marisete!
Lindo o teu espaço e trabalho. Parabéns!
ResponderExcluirBelíssimas as palavras da postagem, eu sou uma amante do silêncio.
Beijo.
Um silêncio que diz tanto...
ResponderExcluirGostei muito do seu espaço,
tomei a liberdade de me instalar :)
Um forte abraço
Sónia
oi Ma
ResponderExcluirFez outro blog?
to seguindo.
bjokas =)
O meu silencio grita... as pessoas é que nao o ouvem...
ResponderExcluirObrigada pela visita...otimo domingo para vc...
Beijos...
Ah, minha querida Marisete, que saudades de você e dos teus lindos poemas! Obrigado pelos parabéns, fico feliz que tenha se lembrado de mim e me caçado pela blogosfera. Como vê não mudou muita coisa por lá: o mesmo cavaleiro errante a declarar suas mesmíssimas guerras vãs...
ResponderExcluirMas falando de você: que surpresa boa essa tua, hein! Fiquei feliz mesmo... Sabe, passei dias a fio tentando entender o porquê do sumiço repentino da senhora e seu Confissionarium. Mas agora tudo explicado: foi um mal necessário.
- Meus parabéns, poetisa! Espero poder ter logo em mãos esse teu novíssimo - e, certamente, delicioso - livro!
Um beijo.